Resistência: MST faz vigília contra despejos de 800 famílias no Paraná

De um lado, o governo Bolsonaro passou todo o ano de 2019 sem promover nenhum novo assentamento na reforma agrária, e já avisou que não está interessado nisso.

De outro, as polícias dos governos estaduais promovem despejos das famílias que já estão acampadas à espera de um lote, muitas vezes com o uso de violência.

Este lado do Brasil rural desapareceu da mídia, dedicada agora apenas à cobertura do agronegócio. Não é mais notícia.

Só no Paraná, são 7 mil famílias vivendo nos acampamentos.

Em Cascavel, cidade do oeste do Paraná que abrigou o 1º Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhalhadores Rurais Sem Terra (MST), em 1984, 800 famílias ameaçadas de despejo montaram desde o dia 28 de dezembro a “Vigília da Resistência Camponesa: por Terra, Vida e Dignidade”.

Todos os dias, das 10 às 15 horas, os sem terra de três acampamentos vão para as margens da BR-277, na

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