Bolsonaro Ano 2: o poder das milícias que ameaça a República

Por que os mandantes do assassinato de Marielle Franco ainda estão livres, leves e soltos, quase dois anos após esse atentado de terrorismo político-miliciano?

Para encontrar a resposta a essa singela pergunta, recomendo a leitura do artigo “Em defesa da República _ Desafio da sociedade em 2020 é iniciar concertação contra o milicianismo”, de Oscar Vilhena Vieira, publicado hoje na Folha.

Vilhena vai direto ao ponto:

“Para o milicianismo não há cidadãos ou direitos (…) Os que não se curvam à extorsão nada recebem. Os que se insubordinam são eliminados, como ocorreu com Marielle Franco”.

Como profetizava o final do filme “Tropa de Elite 2”, ao sobrevoar Brasília, o poder paralelo instaurado pelo milicianismo no Rio de Janeiro, com suas ramificações na política, já estava se preparando para ocupar o vazio deixado pelo Estado.

“A ascensão de lideranças políticas que orbitam em torno do mundo das milícias, ou que partilham

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