Nada de novo no front: e como haveria de ser diferente?

Abro pela primeira vez o computador em 2020, depois de passar o primeiro dia no hospital fazendo exames, que confirmaram mais costelas fraturadas, uma delas pela segunda vez.

No meu caso, nenhuma novidade. Acho que já quebrei o esqueleto inteiro ao longo da vida, mas ainda consigo escrever.

Aliás, não encontrei novidade nenhuma até agora no noticiário do ano novo, que mal começou, e já começou mal, como o outro terminou.

Passada a euforia fabricada pela melhora de alguns índices econômicos no final de 2019 _ alguns logo desmentidos, como o aumento de 9,5% da vendas de Natal _ voltamos à mesma lereia de costume.

E como haveria de ser diferente, apesar de todo o otimismo chapa branca dos comentaristas da televisão, que querem criar um clima “favorável para os negócios”, como se a simples mudança da folhinha fosse capaz de operar milagres?

Cabe até perguntar: “favoráveis” para quem, cada

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