Chico e Lula juntos, no campo, na luta e na alegria: a grande festa do MST

Por onde eu passava, do estacionamento até o campo de futebol, passando pelas barracas de comida, nos abraços e beijos de pessoas conhecidas que me chamavam pelo nome, embora eu já não lembrasse os nomes deles, nem de onde eram _ por um momento, no final deste ano terrível, eu voltei a ter orgulho de ser brasileiro.

Foi um dia de lavar a alma e renovar as esperanças para o próximo ano.

Futebol, cachaça e cerveja, churrasco e arroz carreteiro, muita música para dançar e histórias de luta para contar, não faltou emoção na festa de confraternização dos militantes do Movimento dos Sem Terra, vindos de várias partes de país, que durou o domingo inteiro.

Em ocupações de terra onde fui fazer reportagens ou nas caravanas das campanhas presidenciais, em algum lugar desse país eu já tinha conversado com essa turma boa nos últimos 40 anos. Eles têm boa memória,

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