Pirralha pôs o capitão na roda e ainda tirou onda

O cérebro de Jair Bolsonaro começa a funcionar no momento em que ele acorda e não para até que ele estacione o carro oficial na frente do Palácio da Alvorada para conversar com os repórteres. Ali, ao vislumbrar microfones e gravadores, a língua do presidente perde o contato com seus neurônios. E a massa cinzenta de Bolsonaro envia para os seus lábios pensamentos sombrios. Foi num desses momentos que o capitão pronunciou —do nada, sem que ninguém perguntasse— o nome de Greta Thunberg, a adolescente sueca que virou ambientalista.

Os repórteres perguntaram a Bolsonaro se ele estava preocupado com a morte de dois índios Guajajara, no Maranhão. Ninguém mencionou o nome de Greta. Mas a língua do presidente, hoje a principal liderança da oposição, achou que seria uma grande ideia colocar na roda a ativista mirim da Suécia. A língua estava irritada porque Greta dissera nas redes sociais que

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