Envio de Mourão a Buenos Aires é um mal menor

Muitas vezes têm-se a impressão de que o maior déficit dos governos localiza-se entre as orelhas dos governantes. Em decisão tomada na última hora, Jair Bolsonaro reduziu o seu déficit cognitivo ao enviar o vice Hamilton Mourão a Buenos Aires para representar o Brasil na posse do novo presidente da Argentina, Alberto Fernández, nesta terça-feira.

O ideal seria que o próprio Bolsonaro fosse apertar a mão de Fernández, em respeito à tradição e ao interesse nacional. Entretanto, a presença de Mourão tornou-se um mal menor diante do ziguezague de Bolsonaro. Há um mês, o capitão cogitara enviar à posse do desafeto o ministro Osmar Terra (Cidadania).

Depois, Bolsonaro achou que não deveria dar tanto cartaz a um “esquerdista”. Substituiu o ministro Terra pelo embaixador Sergio Danese, que comanda a embaixada do Brasil em Buenos Aires. Discute daqui, argumenta dali, o capitão convocou para a missão o general Hamilton ‘Mal

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