Uísque com sopapos

Passava das seis horas da tarde do dia 30 de setembro, uma segunda-feira, quando Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, encerrou a reunião mensal dos dirigentes sindicais da indústria fluminense no auditório do 2º andar do prédio da entidade, no Centro do Rio. Os ânimos estavam exaltados. A oposição a Gouvêa Vieira, encabeçada por Mauro Campos, presidente do Sinduscon, o Sindicato da Indústria da Construção Civil na região de Volta Redonda, acusava o atual presidente da Firjan de pressionar os associados a aclamarem mais uma tentativa de Gouvêa Vieira permanecer na cadeira que ele ocupa ininterruptamente há 24 anos, em um dos mais longos reinados em entidades empresariais do país.

Dos setenta dirigentes aguardados por Gouvêa Vieira, compareceram 59, incluindo os presidentes do Sindicato da Indústria de Sabão e Velas e do Sindicato Nacional da Indústria de Fósforos.

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