2020 – Esperança vã

Passados onze meses desde a posse do presidente da República, “cresce a apreensão com […] a estreiteza do projeto político que vem sendo acalentado pelo Planalto”, escreveu há dias Rogério Furquim Werneck (O Globo, 29/11). Assim, para quem sempre considerou o candidato eleito em outubro de 2018 despreparado para a função de governar o país, confirma-se a expectativa desalentadora quanto ao resultado da gestão do atual primeiro mandatário.

Na área cultural, somam-se à ausência de política de Estado os pronunciamentos estapafúrdios e falsos do presidente, nomeações de pessoas sem qualificação, além de sinais de que, no caso do cinema, o propósito deliberado do atual governo é asfixiar a atividade por meio de paralisia da Agência Nacional do Cinema (Ancine) efetuada este ano, além de outras medidas ou da simples inação.

Evidência disso é não terem sido tomadas a tempo providências necessárias para permitir o investimento de recursos do Fundo

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