Na mira: Educação, Cultura, Meio Ambiente, jovens, mulheres e negros

Era um baile funk com 5 mil jovens dançando na favela de Paraisópolis, uma das maiores de São Paulo.

Na madrugada de sábado para domingo, chegou a polícia para fazer uma emboscada e transformar a festa em tragédia.

Jovens foram encurralados em vielas estreitas e tropeçaram uns sobre os outros, enquanto os PMs jogavam granadas de efeito moral e davam tiros com balas de borracha.

Nove morreram pisoteados e sete ficaram feridos.

Este é o mais perfeito e dramático retrato do Brasil do final de 2019, o ano em que o desgoverno bolsonariano desfechou um ataque sem precedentes contra a Educação, a Cultura e o Meio Ambiente.

Jovens, mulheres e negros são os alvos preferenciais das forças de segurança, que ganharam licença para matar sem punição, antes mesmo da aprovação da lei do “excludente de ilicitude”.

Doria, em São Paulo, e Witzel, no Rio, sob o alto comando federal de

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