Coringa – violência e corrupção globalizada

A notícia de que a renda de Coringa havia ultrapassado 1 bilhão de dólares, 44 dias depois do lançamento, chamou minha atenção. Até esse momento, eu havia ficado alheio à saga do comediante Arthur Fleck (Joaquin Phoenix), dirigida por Todd Phillips, apesar da acolhida calorosa dada ao filme, inclusive por pessoas próximas, segundo as quais eu “tinha” que assistir a ele.

Não é corriqueiro um produto da indústria audiovisual obter tamanho sucesso de bilheteria, sendo 31,6% no circuito doméstico e os 68,4% restantes em âmbito internacional, depois de ter recebido o Leão de Ouro, principal prêmio do Festival de Veneza. Com isso, acabei interessado em conhecer os predicados de Coringa responsáveis por tamanho sucesso.

Ainda reticente, fui assistir a Coringa no feriado de 20 de novembro. Soube depois que Michael Moore fizera uma advertência no início de outubro na página dele no Facebook: “O maior perigo para a sociedade

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