Área de livre comércio com China seria prejudicial à indústria do Brasil

A criação de uma área de livre comércio entre o Brasil e a China não é uma empreitada fácil e que possa ser feita da noite para o dia. O ministro Paulo Guedes (Economia), uma usina de ideias que muitas vezes ficam apenas no papel, propôs hoje a formação dessa área de livre comércio, mesmo que isso tire o superávit do Brasil na balança comercial com a China.

Há complementaridades evidentes entre as duas economias. A China é a maior parceira comercial do Brasil. Em 2018, o saldo comercial positivo para o Brasil foi de US$ 29 bilhões.

Mas uma área de livre comércio deixaria nossa indústria muito exposta a alta competitividade chinesa nessa área, afetando negativamente empregos de qualidade no Brasil. Portanto, é um assunto sobre o qual o Brasil deveria agir com mais cautela.

Faz mais sentido buscar maior integração entre as economias dos Brics, grupo que reúne

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