Bolsonaro, Marielle e a tempestade no Twitter

Cerca de nove horas antes do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, no dia 14 de março de 2018, a assessoria do então deputado federal Jair Bolsonaro me disse, em um telefonema, que o pré-candidato a presidente havia dado uma trégua na agenda de campanha. O motivo era uma intoxicação alimentar, afirmou o assessor. Dada a convalescença, o deputado teria antecipado seu retorno de Brasília ao Rio de Janeiro, onde morava, conforme a assessoria de Bolsonaro. 

De posse da informação, publiquei-a no Twitter pouco depois do meio-dia. Não houve qualquer repercussão. À época, eu trabalhava no jornal Folha de S.Paulo.

Nesta quarta-feira, 13 de novembro de 2019, a publicação na rede social viralizou. Enquanto escrevo, são cinco mil compartilhamentos.

A informação de que Bolsonaro estaria no Rio de Janeiro naquela tarde de 14 de março aumentou a especulação sobre a veracidade ou não

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