Parasita – nepotismo, corrupção e benfeitores

O celebrado sul-coreano Bong Joon-ho, autor da história, corroteirista e diretor de Parasita, diz que seu filme é sobre o capitalismo que, “antes de ser um termo sociológico maciço”, ele considera ser “apenas a nossa vida” (as declarações de Bong, assim como as informações sobre seu método de trabalho estão no perfil publicado na Vulture, site de cultura da revista New York).

Parasita, de início, é uma comédia de humor negro, mas se torna uma sátira mordaz. Os Kim, família de trapaceiros sem eira nem beira, subvertem a relação de classe de modo involuntário, depois de se infiltrarem na luxuosa mansão modernista da família Park, empregando-se um a um em diferentes funções domésticas.

Coberto de louros, Parasita chega ao circuito comercial brasileiro depois de ter estreado na 43ª Mostra Internacional de Cinema, em São Paulo, encerrada há uma semana. Premiado em maio com a Palma de Ouro no Festival

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