‘Mistify’: o documentário que esclarece a macabra morte do “deus do sexo” e líder do INXS

“Era magnético, tinha aquela luz que fazia somente ele brilhar em uma sala cheia de gente” (Helena Christensen, companheira dele entre 1991 e 1995). “Eu me sentia segura e a salvo com ele” (Kylie Minogue, companheira entre 1989 e 1991). “Era capaz de olhar para você e fazer você se sentir a única pessoa na sala. Não importava se você era homem, mulher ou criança. Era o seu jeito de ser” (Martha Troup, representante nos EUA). “Quando ele se fixava em você, era difícil ignorar. Nunca tinha experimentado algo assim, era completamente diferente do que eu tinha vivido na minha vida” (Michelle Bennet, namorada entre 1982 e 1987). Durante o total de uma hora e 40 minutos do documentário Mistify: Michael Hutchence, nenhuma mulher nega a lenda amorosa e sexual do líder do INXS. Até os homens, rendidos, a verbalizam: “Ele acreditava que só era reconhecido por mexer o traseiro


Continue lendo no EL PAÍS Brasil.