A esquerda jurássica sobrevive, pois sempre haverá asnos a encantar

Por Rodrigo Constantino | Gazeta do Povo

Há uma esquerda mais moderna, civilizada, que não cospe no capitalismo, no mercado. Ela tenta se vender como liberal, mas na verdade é “progressista”, abraça bandeiras “descoladas” no campo dos costumes, leva a sério paranoia ambiental, ideologia de gênero e outras coisas do tipo.

Ao menos não detona o sistema capitalista. É o caso dos tucanos social-democratas, por exemplo, ou de Luciano Huck, que se move de olho em 2022, e se reuniu com Marcos Lisboa no Insper recentemente, segundo fontes.

Mas há, também, a esquerda jurássica, petista, socialista, que vive aprisionada nos tempos da Guerra Fria, e não suporta o fato de que seu lado perdeu. É uma turma radical, que ainda abraça baboseiras como “luta de classes” e outras ideias marxistas.

Às vezes esses dinossauros se pintam com cores modernas também, mas a essência ultrapassada permanece visível. Mesmo que a forma seja


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