Escudo infantil e ventriloquia: a estratégia pérfida de “debate” da esquerda

Por Rodrigo Constantino | Gazeta do Povo

Se o leitor até ontem nunca tinha ouvido falar em Greta Thunberg, é provável que hoje já saiba de quem se trata. A menina sueca, de apenas 16 anos, ganhou fama mundial como símbolo da causa ambientalista, discursando de forma um tanto emotiva – e assustadora, eu diria – no evento sobre clima na ONU.

Mereceu até uma ironia do presidente americano Donald Trump, a qual rebateu com certa dose de inteligência. Trump disse ver nela uma menina feliz com um futuro brilhante pela frente, e ela incorporou a frase em seu perfil nas redes sociais com uma foto de uma floresta no fundo. O presidente alfinetava o fato de ela se vitimizar, ao mesmo tempo em que vive num dos países com melhor IDH do planeta.

E, de fato, o vitimismo da garota chega a ser constrangedor, típico de quem foi


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