“Mudanças climáticas” não são, nem de perto, tema mais relevante para a humanidade no presente

Por Rodrigo Constantino | Gazeta do Povo

“Acredito que as mudanças climáticas representam o problema mais sério para o bem estar da humanidade que enfrentamos no presente”, disse o professor de Harvard, Stephen Walt, aquele que havia perguntado quem “invadiria” a Amazônia para salvar o planeta de gente terrível como Bolsonaro.

Num mundo repleto de terroristas islâmicos, com centenas de milhões na miséria, com problemas imigratórios que têm gerado forte reação e alimentado partidos nacionalistas ou mesmo xenófobos, é preciso estar preso numa bolha ideológica para concluir que as “mudanças climáticas” representam a maior ameaça e a questão mais urgente.

Em primeiro lugar, não falam mais em “aquecimento global”, e sim em “mudanças climáticas”, expressão bem mais vaga e que engloba qualquer coisa. Em segundo lugar, não é verdade que existe um consenso científico sobre o alarmismo disseminado pelos ambientalistas. Isso é simplesmente falso.

Ciência, para começo de conversa, não se


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