A eutanásia dos rentistas e a revolução dos baixos juros

Por Rodrigo Constantino | Gazeta do Povo

O ministro Paulo Guedes, em inúmeras ocasiões, apontou para a armadilha do baixo crescimento brasileiro, culpando basicamente o modelo falido da social-democracia, que produziu uma hipertrofia estatal. Com um estado obeso, e sem o “imposto inflacionário” como alternativa, o custo para fechar os rombos orçamentários recai sobre o mercado de crédito. Isso, por sua vez, pressiona a taxa de juros.

Traduzindo: um governo deficitário e sem perspectivas de inverter a tendência explosiva pagará sempre elevada taxa de juros para financiar seus rombos. Essa tem sido a história do Brasil há décadas. E o paraíso dos rentistas. Ou seja, emprestar para o governo e ir à praia tem rendido um retorno maior do que se arriscar no empreendedorismo, na bolsa, no mundo dos negócios. É uma distorção gigantesca que afeta inclusive a cultura.

Mas isso está mudando. Reformas importantes, começadas na gestão Temer,


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