Capitão Bolsonaro contra o mundo, que se une para evitar suicídio da Amazônia

“Líderes mundiais pressionam o Brasil para desviar de rota suicida em incêndios na Amazônia” (manchete do jornal inglês Guardian).

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Finalmente caiu a ficha do inominável presidente que desgoverna e destrói o Brasil há quase oito meses.

Diante da reação mundial, ao perceber que não adiantava mais culpar as ONGs nem a imprensa pelas queimadas na Amazônia, Bolsonaro resolveu montar um “gabinete de crise”, chamar as Forças Armadas e convocar uma rede nacional de TV para falar ao país.

Como se o país estivesse em guerra, o comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, atendeu prontamente ao chamado do ex-capitão, e advertiu o resto do mundo em cerimonia do Dia do Soldado:

“Aos incautos que insistem em tutelar os desígnios da brasileira Amazônia, não se enganem, os soldados do Exército de Caxias estarão sempre atentos e vigilantes, prontos para defender e repelir qualquer tipo de ameaça”.

De que forma isso

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