YouTube radicalizou debate público no Brasil, diz “The New York Times”

Deu no “The New York Times” que o YouTube radicalizou o debate público no Brasil e favoreceu ideias de direita e extrema-direita, o que ajudou a eleger Bolsonaro.

A reportagem fala dos riscos que algoritmos e inteligência artificial podem oferecer às democracias. O artigo conta a história de um jovem brasileiro que recebeu uma recomendação de vídeo. Era sugestão para assistir um YouTuber ativista de extrema-direita que também fala de heavy metal. O cidadão é especialista em teorias conspiratórias, fake news e paranoias de extrema-direita.

No YouTube, há vídeos com informações médicas falsas sobre como enfrentar a zika. Existe difusão de meias-verdades sobre corrupção para causar impacto na opinião pública. É óbvio que essas coisas favoreceram a eleição de um presidente de extrema-direita no Brasil e radicalizaram mesmo o debate político no país.

Empresas como o Google, Facebook e Twitter não são meras plataformas de tecnologia. Viraram grandes órgãos de mídia

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