Enquanto Congresso cuida das reformas econômicas, Bolsonaro trata do ‘cocô’

Se a sensibilidade auditiva fosse transportada das orelhas para o nariz, quem ouve as entrevistas e os discursos de Jair Bolsonaro sentiria um mau cheiro insuportável. Num instante em que o Congresso exercita um inédito ímpeto reformista, o presidente da República faz uma opção preferencial pelo excremento.

Após concluir a aprovação da reforma da Previdência, a Câmara arremata a votação da medida provisória da “liberdade econômica” e desengaveta a proposta sobre a aposentadoria dos militares. No Senado, tenta-se empurrar os servidores de estados e municípios para dentro da emenda previdenciária.

Simultaneamente, Bolsonaro gruda sua oratória no intestino grosso. No final de semana, ensinou a um repórter que, para preservar o meio ambiente, basta “fazer cocô dia sim, dia não”. Dias depois, instado a explicar-se, disse que não se deve esperar que ele seja “politicamente correto”.

O capitão reiterou: “É só você cagar menos que, com toda certeza, a questão

Continue lendo no Blog do Josias.