Um novo epílogo para Eike Batista

A prisão de Eike Batista pela Lava Jato, na semana passada, derrubou o último mito que o ex-sétimo homem mais rico do mundo tentava manter a respeito da própria história. Cinco anos depois da derrocada do grupo X, a investigação provou o que Eike nunca admitiu: ele não só sabia que sua petroleira não tinha as reservas prometidas aos investidores, como enganou a todos falsificando operações de compra e venda de ações para manipular as cotações de suas empresas, faturar mais e esconder o dinheiro, antes que o império viesse abaixo. As fraudes, descritas no pedido de prisão aceito pelo juiz federal Marcelo Bretas, mostram que, ao mesmo tempo que pedia aos investidores de boa-fé para acreditarem em seu toque de Midas, Eike os roubava por baixo dos panos. Com o dinheiro desviado, enriquecia um pouco mais e pagava propina a Sérgio Cabral para favorecer os investimentos do império X

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