Dallagnol age como se estive acima da lei e da Constituição

Deltan Dallagnol já passou de todos os limites, de acordo com o que saiu na Vaza Jato. Parece Deus, achando-se acima da lei e da Constituição.

Além de submeter na prática ao então juiz Sergio Moro a condução da acusação, o que é ilegal, o procurador da República da primeira instância da Justiça Federal tentou se meter nas esferas do Executivo, do Legislativo e de esferas do Judiciário fora de sua alçada funcional.

Diante da evidência de corrupção passiva do então deputado Onyx Lorenzoni, Dallagnol preferiu fechar os olhos em diálogos com colegas. Afinal, Onyx fazia lobby pelas 10 Medidas de Combate à Corrupção, que o Congresso engavetou. Seletividade pura.

Quando o ministro Teori Zavascki morreu em 2017, Dallagnol estimulou movimentos de rua a criticar a possibilidade de os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski assumirem a relatoria da Lava Jato no STF.

Tentou fazer articulação para emplacar

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