Companheirismo e invisibilidade nas ruas de São Paulo

(Foto: Divulgação)

Quais são os números da invisibilidade? Quantas pessoas vivem, de fato, pelas ruas de uma megametrópole como São Paulo?

Em junho deste ano, a imprensa noticiou que cerca de 105 mil pessoas em situação de rua foram abordadas por assistentes sociais do município durante 2018.

O número, 88% maior do que em 2015 (quando 56 mil pessoas foram abordadas), não corresponde à efetiva quantidade de “moradores” de rua: estes eram 15 mil em 2015 e, segundo o atual secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, José Castro, devem estar na casa dos 25 mil.

Ou seja: a população flutuante é três vezes maior do que a quantidade de pessoas que de fato vivem nas ruas por absoluta falta de opção. Dentre os sem-teto “ocasionais”, há desempregados que não tiveram mais como pagar aluguel e foram despejados; homens, mulheres e, principalmente, jovens e


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