Normalizar absurdos é como as democracias morrem

Normalizar absurdos é como as democracias morrem. Isso se tornou comum no Brasil, especialmente sob o governo Bolsonaro, o que coloca, sim, a nossa democracia em risco.

Instituições estão sob ataque constante. A demonização da política, que tanto mal fez ao país nos últimos anos, especialmente com o impacto da Lava Jato sobre a opinião pública e um impeachment tabajara, começa a se estender a jornalistas e veículos de imprensa. Ironicamente, jornalistas têm a sua parcela de responsabilidade nesse processo e deveriam fazer um mea culpa para entender como foi possível chegar ao ponto em que chegamos.

Dois episódios recentes ilustram bem esse método de constante tentativa de dinamitar a credibilidade da imprensa, abrindo caminhos para tentações autoritárias do presidente Jair Bolsonaro e ministros.

Nesta semana, a jornalista Miriam Leitão e o cientista político Sergio Abranches foram impedidos de participar da Feira do Livro de Jaraguá do Sul (SC) devido

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