Na reta final da reforma da Previdência, os nervos estão à flor da pele

O governo e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), devem concluir nesta semana, como queriam, a votação da reforma da Previdência na Comissão Especial.

Mas isso não significa que está tudo tranquilo. Nem mesmo que governo e Câmara estejam jogando juntos. Muito menos que um dos dois tenha segurança do resultado final do processo.

Principal ponto de interrogação dos dois lados: há votos suficientes para a aprovação em plenário?

Tudo indica que, hoje, esses votos ainda não foram conquistados.

O problema é que, aprovado o texto na comissão, estará acionado o gatilho para a votação em plenário.

E aí tudo pode ir por água abaixo, se não se chegar até o dia da votação com pelo menos 330 deputados convencidos (a margem de segurança para contar com os 308 necessários).

Rodrigo Maia apostou suas fichas na aprovação em plenário ainda antes do recesso. Ou seja, os 330 deputados favoráveis

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