Reencontros no velório: “Por onde você anda? Eu ando pelas ruas da cidade…”

Para quem já passou dos 70, ir a velórios de contemporâneos se torna compromisso cada vez mais frequente, bem mais do que ir a festas e homenagens.

É a lei da vida, não tem jeito. Estamos ficando com o prazo de validade vencido, como constatou hoje a minha amiga e ex-chefe Dorrit Harazim, em sua coluna no Globo, dedicada a Clóvis Rossi.

Na abertura do texto, Dorrit lembrou de uma frase do grande (literalmente) jornalista morto na sexta-feira, publicada no prefácio do meu livro “Aventura da Reportagem” (em parceria com Gilberto Dimenstein):

“Repórter é fundamental. É a única função pela qual vale a pena ser jornalista”.

Durante o velório e o enterro de Rossi, no sábado de manhã, algumas centenas de jornalistas da nossa geração se reencontraram para a despedida do mestre.

Muitos não se viam há anos e a pergunta era inevitável:

“Por onde você anda?”.

Como a imensa

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