Bolsonaro e a lógica do “governo sitiado”

Pesquisa da XP, ligada ao mercado financeiro, indica que a desaprovação a Bolsonaro pela primeira vez ultrapassou a aprovação. O índice de Ruim/Péssimo cresceu quase vinte pontos, passando de 17% para 36% em apenas três meses. No mesmo período, o índice de Ótimo/Bom recuou de 40% para 31%.

Foto: Reprodução

É uma queda brutal para um governo em primeiro mandato. Mas chama a atenção que o Ótimo/Bom esteja caindo num ritmo bem mais lento do que o aumento do Ruim/Péssimo. Isso parece indicar que há um “núcleo duro” do bolsonarismo – que tende a resistir ao lado dele, não importa que barbaridades o governo cometa.

Aliás, esse núcleo – que segundo alguns analistas estaria entre 20% e 30% do eleitorado, representando aquele setor ultrarradical que já estava com Bolsonaro antes da facada de Juiz de Fora – tende a ficar ainda mais ferrenho

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