Como fez Dilma, Bolsonaro une crises política e econômica

Os grandes protestos de ontem por todo o país foram mais um exemplo de que o presidente Jair Bolsonaro comete erros semelhantes aos do governo Dilma: combina crises econômica e política.

As manifestações de ontem, basicamente convocadas por estudantes, marcaram o primeiro grande ato de oposição contra o governo Bolsonaro. Houve participação de sindicatos e partidos políticos na organização, mas a massa de gente nas ruas incluiu um público contrariado com a política de destruição educacional da atual administração. Foram atos relevantes e amplos.

Bolsonaro, seus familiares políticos e boa parte dos ministros são uma fábrica de crises. Ontem, Bolsonaro chamou os manifestantes de “idiotas úteis”. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, convocado a depor no plenário da Câmara, indagou se os deputados sabiam o que era uma Carteira de Trabalho, ofendendo até os parlamentares que estavam lá para apoiá-lo.

A tarefa de um governo não é criar crises, mas

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