Meio Ambiente repete desmonte e paralisia do MEC

Não fossem os efeitos trágicos para a agenda pública, a crise Carlos Bolsonaro-Hamilton Mourão seria uma comédia pastelão.

A ira de um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro contra o vice-presidente da República mistura teoria da conspiração, intriga política rasteira, tuítes escritos num português capenga, pedido de impeachment pueril, despreparo político, imaturidade emocional e inveja sobre a capacidade de estabelecer relações civilizadas com a imprensa, a oposição e instituições estrangeiras.

Esse imbróglio atrai a atenção do público, até diverte alguns nas redes sociais. Mas drena a energia do governo e do Executivo para projetos de interesse do país e permite que se fale pouco do desmonte em curso, por exemplo, na política ambiental que vem sendo construída há 30 anos no Brasil.

Existe um paralelo entre o que aconteceu e ainda acontece no Ministério da Educação com o que está ocorrendo na pasta do Meio Ambiente.

Há ministros empenhados em

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