Gestão Bolsonaro roda como parafuso espanado

Prestes a entrar no seu quinto mês de existência, o governo de Jair Bolsonaro já consolidou uma marca: a ineficiência. É perceptível o refinamento, o cuidado, o acabamento extremo e, sobretudo, o custo com que a gestão do capitão atinge a ineficiência. A aparência é de um parafuso rodando a esmo, com a rosca espanada.

Para dar certo, o governo precisa aprovar as reformas que prometeu. Esperava-se que fosse ágil, para aproveitar o vigor pós-eleitoral. Mas a força das urnas se dissipa. E Bolsonaro não obteve no Legislativo senão uma coleção de reveses —da imposição do pagamento de emendas orçamentárias ao repasse direto das verbas federais às prefeituras.

Nesta semana, com os joelhos dobrados, o Planalto tenta arrancar a reforma da Previdência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, primeiro e mais simples estágio do processo de tramitação legislativa. Se fizer as concessões que lhe foram exigidas pelo

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