De onde brotam tantos “analistas políticos”? Como são criados? Onde vivem?

Outro dia, aqui mesmo, notei a profusão de filósofos na cena política nacional nos últimos tempos.

Mas não são só eles que ocuparam os programas de entrevistas na TV e colunas em jornais e revistas, em espaços antes ocupados por jornalistas.

Temos também os onipresentes “analistas políticos”, assim apresentados sem maiores explicações de onde são, o que fazem, de onde vieram.

Há uma explicação simples para esta este fenômeno: em sua grande maioria, eles trabalham de graça, em troca apenas da divulgação de seus nomes e das suas atividades.

Se fosse o caso, até pagariam para aparecer, como já aconteceu em outros tristes tempos.

Nem precisariam ser tantos, já que todos falam as mesmas coisas e se revezam em bancadas e poltronas para defender o livre mercado acima de tudo e a reforma da previdência.

Parecem ter saído todos do mesmo ninho do pensamento único do Instituto Millenium e dos

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