Na crise, governo deveria elevar valor real do Bolsa Família

O anúncio feito ontem de criação de um 13º pagamento aos beneficiários do programa Bolsa Família vai, na prática, repor a perda inflacionária no período de julho de 2018 até dezembro deste ano. No meio do ano passado, o então presidente Michel Temer concedeu um reajuste ao benefício.

Obviamente, é uma medida positiva dar mais dinheiro aos pobres. O ideal seria reajustar o benefício, repondo a inflação ou, ainda melhor, elevando em termos reais o valor pago às famílias carentes. O 13º custará cerca de R$ 2,5 bilhões. Grosso modo, cobrirá a falta de reajuste entre julho de 2018 e dezembro de 2019.

O presidente Jair Bolsonaro faz política. Busca agradar a uma fatia do eleitorado, sobretudo do Nordeste, que preferiu o petista Fernando Haddad na eleição presidencial de outubro. Até aí, tudo bem. É a política como ela é.

Mas um programa barato e eficiente como o Bolsa Família

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