Será que Bolsonaro poderá bater o recorde da renúncia de Jânio?

“Vai quebrar o recorde do Jânio”, respondeu de bate-pronto o internauta Cecel Peixoto, no final da noite de domingo, assim que publiquei um post no Facebook com este título: “Em resumo: começou a contagem regressiva de um governo que está se auto-imolando”.

Tem cada vez mais gente nas redes sociais achando que Jair Bolsonaro está reprisando a passagem errática e fulminante do ex-presidente Jânio Quadros pelo Palácio do Planalto, que durou apenas 6 meses, em 1961, abrindo uma crise institucional que, três anos depois, desaguou no golpe militar.

Como brasileiro esquece tudo muito rápido, aqui as crises costumam se repetir, ao mesmo tempo, como farsa e tragédia.

Mas eu me lembro muito bem da primeira das muitas entrevistas do general Hamilton Mourão à Globo News, ainda como candidato a vice de Bolsonaro, no dia 7 de setembro do ano passado.

Ao responder a uma pergunta de Merval Pereira, Mourão admitiu

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