Caso Marielle deve ser ponto de virada na Segurança Pública do Rio e país

Passado um ano, é hora de lamentar e lembrar os assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes. O Brasil não pode admitir que a violência física se normalize como forma de luta política. É inaceitável numa democracia o que aconteceu em 14 de março do ano passado.

Nesse contexto, os desacertos da investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro no último ano se revelaram espantosos. O sargento reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz, acusados de executar Marielle e Anderson, foram presos com um dia de antecedência ao previsto porque ocorreu mais um vazamento da investigação. Isso é evidência de que o caso precisa ser federalizado, algo que já deveria ter acontecido.

Para esclarecer quem seriam os mandantes e quais foram as motivações, seria necessária uma ação conjunta da Procuradoria Geral da República e do Ministério da Justiça. Os assassinatos foram uma clara violação

Continue lendo no Blog do Kennedy.