A necessária consciência de rejeição, por Francisco Celso Calmon

A necessária consciência de rejeição por Francisco Celso Calmon

O desconhecimento da história, em especial dos seus períodos traumáticos, não produz uma consciência de rejeição.

A historiografia oficial mascara e desinforma quanto à história real: camufla o etnocídio indígena, o genocídio dos negros, as barbaridades da escravidão de índios e negros, bem como as torturas e o extermínio infligidos aos opositores e combatentes das ditaduras ocorridas no Brasil. Esse silenciamento tem a finalidade ideológica de impedir a formação histórica de uma consciência de indignação.

Conhecimento e consciência que passe de geração em geração.

A teoria, quando assimilada pelas massas trabalhadoras, transforma-se em força material, arma crítica capaz de ser mobilizada para enfrentar o poder dominante e as classes que o sustentam.

O medo e a repulsa ao marxismo pelas classes dominantes ocorrem precisamente pela capacidade que a sua teoria tem de elevar a consciência em si (luta pela sobrevivência) para a consciência de classe para si, ou seja,

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