Goya premia ‘Gaza’ ao mostrar o genocídio que Israel quer esconder

É uma injustiça depositar nas frases a responsabilidade de gritar ao mundo que vivemos um genocídio em nossos tempos. A matemática macabra de deixar passar pela divisa menos que um ser humano necessita não poderia resultar em outra coisa que na morte programada por uma política de governo de Israel. Nesta realidade o bombardeio se torna o próximo capítulo.

Esta ordem de ideias nos leva ao documentário ‘Gaza’, assinado pelo maiorquino Carles Bover e o espanhol Julio Perez del Campo, falam diretamente com o coração e nos sequestram os olhos. Foram vitoriosos na premiação de Goya como melhor documentário de curta metragem. A premiação é outorgada anualmente pela ‘Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha’ com o objetivo de condecorar os melhores profissionais em cada uma das diversas especialidades do setor. Os vencedores recebem o busto do pintor Francisco Goya(1746-1828) feito em bronze pelo escultor José Luis Fernández.

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