Verde e amarelo em campanha de Haddad pode ser estratégia não de vitória, mas de derrota

Por Rodrigo Constantino

Todos viram chocados como a campanha petista deu uma guinada de 180 graus e passou a colocar o verde e amarelo, as cores do Brasil, em seu logo, apagando o vermelho e sumindo com Lula. Cara de pau é com essa gente mesmo. Um petista é aquele que não sente constrangimento algum em mentir, em dizer o oposto do que acabou de dizer, dependendo da  plateia.

A interpretação geral desse fenômeno foi a de que o partido se deu conta de que, para ter alguma chance de vitória, precisa posar de mais moderado e centro agora, afastando-se de Lula e do radicalismo dos vermelhos. Era a estratégia de construir um bloco do “centrão” contra o “extremismo” de Bolsonaro, que atrairia Ciro Gomes, FHC, Marina Silva e companhia.

Se era isso mesmo, fracassou. O PSDB manteve distância, ainda que a máscara que escondia seu próprio esquerdismo caiu


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