O lado M da eleição

Olhávamos todos atônitos para as telas de computador e da televisão no domingo à noite tentando entender o resultado das eleições para os parlamentos do país: Câmara de Deputados, Senado e assembleias. Um partido considerado nanico – o PSL – recebia as maiores votações no Congresso e nos legislativos dos principais estados. Seus representantes apareciam nos primeiros lugares das listas de votação por todos os lados. Ao rolo compressor do PSL, somava-se a ida de candidatos conservadores para o segundo turno em alguns dos maiores colégios eleitorais. Essa é uma foto.

Outro ângulo pelo qual se pode enxergar o legislativo federal que sai das urnas este ano revela um Congresso que sofreu a maior renovação desde 1998 e fragmentou-se ainda maior, com 30 partidos obtendo o direito de ocupar cadeiras parlamentares em Brasília. Nessa outra foto, o Parlamento brasileiro aparece mais jovem, mais feminino, pouco mais negro e muito

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