O ódio (e o recalque) no divã: militantes socialistas disfarçados de psicanalistas

Por Rodrigo Constantino

Só há uma categoria profissional tão esquerdista quanto a classe artística. Falo dos psicanalistas, ou “psis”. Conheço vários. Com raras exceções, a turma é de um extremo ideológico capaz de fazer um socialista fabiano mais light corar de vergonha. O PSOL é o representante desse pessoal. E no fundo muitos são “artistas” fracassados, que gostariam de ter sido poetas, escritores famosos, e despejam seu recalque na militância ideológica.

Pensem em alguém como Eliane Brum. A ultra-esquerdista cometeu um texto no El País hoje de doer a vista. Qualquer estatístico ficaria envergonhado com a malandragem do “cherry picking”, selecionando casos isolados (se reais) para criar uma narrativa. Como seus demais pares, ela fala muito em tolerância, mas demonstra incrível intolerância para com os que pensam diferente dela, os conservadores. E puxa uns relatos pra lá de suspeitos para criar um discurso falso, como se um clima de ódio


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