Cai de vez a máscara de isenção de Marina Silva e sua Rede: filiados podem votar no PT, mas não em Bolsonaro

Por Rodrigo Constantino

Marina Silva já despertou muitos suspiros de emoção em membros da elite romântica brasileira. O tipo rico, muitas vezes herdeiro, que no fundo gosta do PT, mas que sabe que não pega bem defender abertamente o “partido” depois do mensalão, do petrolão, dos 14 milhões de desempregados, da volta da inflação e do apoio ao regime venezuelano: eis o perfil que idolatra a “seringueira” do Acre, com sua história de vida comovente, em especial para essa elite entediada e culpada.

Não vinha ao caso o fato de ter sido do PT por vários anos, de ter saído do PT falando em respeito e orgulho de seus pares, e de vestir literalmente o boné do MST. Marina tinha “evoluído”, cercou-se de economistas moderados, e passou a pairar acima do Bem e do Mal, da política em si, das disputas partidárias. Aparecia de tempos em tempos, normalmente perto


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