Normalizar selvageria de Bolsonaro é ameaça à democracia

Obviamente, há um lado positivo nas entrevistas dadas por Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) ao “Jornal Nacional” na segunda-feira, dia seguinte ao primeiro turno das eleições. Ambos os candidatos afirmaram ter compromisso de respeito à democracia.

Mas há um nivelamento indevido e também uma cobrança descabida sobre os compromissos de Bolsonaro e Haddad com a democracia. Quando o PT esteve no poder e teve oportunidades nas esquinas da história de trilhar um caminho autoritário, o partido não o fez.

Exemplos: Lula não cedeu à tentação do terceiro mandato, não houve rebelião em relação ao impeachment e o ex-presidente não resistiu à ordem de prisão dada pelo juiz Sergio Moro.

Já Bolsonaro tem um longo histórico de declarações a favor da ditadura militar de 1964, inclusive com a defesa da tortura. Na votação do impeachment da Dilma, ele homenageou um torturador, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra.

Há inúmeras

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