Algumas lições que aprendi em campanhas presidenciais

Em 1989, 1994 e 2002, tive a honra e o prazer de trabalhar nas campanhas presidenciais de Lula, como funcionário do PT e assessor de imprensa do candidato, a quem eu era subordinado.

Alguma coisa devo ter aprendido para poder falar sobre a atual campanha eleitoral.

O sábio Márcio Tomás Bastos, grande advogado e depois Ministro da Justiça, que participou desta travessia junto comigo desde a primeira campanha, brincava com Lula em 2002, dizendo  que nosso exército brancaleone deveria ser chamado de “até aprender…”, depois de três derrotas. E acabamos ganhando naquele ano.

Perdemos e apanhamos tanto que um dia a gente haveria de ganhar, nem que fosse pela insistência, sem nunca perder o bom humor.

Doutor Márcio, como o chamávamos, reverentes, era um homem sério, com espírito de moleque travesso. Nunca deixou de se divertir trabalhando.

Ao voltar para São Paulo no Aerolula, quando deixei o governo dele, no

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