Arrastão da direita redefine o país

Foi a maior vitória eleitoral da direita desde o fim da ditadura. O ex-capitão do Exército Jair Bolsonaro recebeu quase 50 milhões de votos e ficou a pouco mais de um João Amoêdo e meio de ser eleito presidente da República no primeiro turno. Seu partido, que elegera um único deputado federal há quatro anos, montou a segunda maior bancada da Câmara, com 50 cadeiras. Entre elas, a de Eduardo Bolsonaro, o filho, o mais votado do Brasil, eleito com 1,8 milhão de sufrágios. Ele só não teve mais votos do que Janaína Paschoal, também do PSL, a deputada estadual mais votada da história, com 2 milhões de votos.

O PSL elegeu ainda quatro senadores e levou seu candidato ao segundo turno nas disputas pelos governos de três estados. Mas o partido do Bolsonaro não foi o único que surfou o tsunami conservador. Seu antigo partido, o PSC, teve o

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