“Tudo menos o PT”: com Toffoli e Moro, a Justiça toma partido

“É a eleição mais doida que eu já vi. Não é uma campanha presidencial e sim um plebiscito entre quem quer Lula e quem não quer” (Duda Mendonça, marqueteiro da campanha de Lula em 2002).

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Diante da ofensiva “Tudo menos o PT” desencadeada na reta final da campanha por um conglomerado de interesses nacionais e estrangeiros, a definição dada por Duda Mendonça à eleição de 2018 é perfeita.

Duda sabe do que está falando. No começo dos anos 90 do século passado, na disputa municipal de São Paulo entre Paulo Maluf, para quem então trabalhava, e o petista Eduardo Suplicy, ele lançou um dos seus geniais bordões:

“Não temos nada contra o Suplicy, mas não queremos mais o PT aqui”.

Desde sempre, Lula e o PT dividiram o eleitorado a favor e contra o partido e seu líder.

Hoje, o Suplicy desta campanha presidencial é Fernando Haddad, contra quem também

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