Gênero, discurso e mídia: por que discutir a cobertura jornalística?

Houve um tempo em que a discussão sobre gênero na imprensa era reduzida a uma questão gramatical. Nas redações, era comum, por exemplo, o conflito sobre usar o artigo definido “a” diante do substantivo “travesti” – como o movimento solicitava – ou usar “o”, como os dicionários registram. Hoje, em época de discussões sobre direitos LGBT, feminismo, masculinidade e representatividade, a discussão se alargou e não se trata apenas da escolha de uma ou outra palavra, tão pouco de adotar o politicamente correto. A abordagem sobre gênero deve estar no debate sobre mídia e, especialmente, sobre jornalismo, já que, pela credibilidade que carrega e pelo poder de circulação como informação verdadeira, a imprensa coloca questões e interpretações em discussão.

Pensando nisso, a Escola de Extensão (Extecamp), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), oferecerá, a partir do dia 06 de outubro, o curso “Gênero, Discurso e Mídia: da Reflexão à Cobertura


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