Haddad, mire-se no exemplo de Lula em 1989: a última semana é guerra!

Sem querer ensinar o Pai Nosso ao vigário, mas com alguma experiência adquirida em três campanhas presidenciais de Lula, penso que está na hora de Fernando Haddad mudar de postura nos debates, nas entrevistas e nos palanques, ao entrarmos nesta semana decisiva da eleição.

Agora não é mais apenas campanha eleitoral.

É guerra, como aprendemos, apanhando, na última semana da disputa entre Lula e Collor, em 1989.

Desde aquela época, o eleitorado brasileiro se divide em três partes praticamente iguais: os que votam no PT, os que são contra o PT e os indecisos.

Quase todo mundo já sabe que Haddad é o candidato de Lula e do PT, o que ele fez no governo e o que pretende fazer, mas isso não basta para conquistar os corações e as mentes de quem ainda não decidiu em quem votar.

Não adianta mais falar para quem já está convencido nem para

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