Editorial do Estadão: O desastre antecipado

A bomba de gasolina é hoje parte do cenário político, assim como as mesas, telefones e computadores do mercado financeiro. Quem entra num posto para abastecer pode nem estar pensando nas eleições, mas sua conta será inflada pela incerteza eleitoral. O câmbio afeta os preços dos combustíveis e neste ano o dólar saltou da casa dos R$ 3,20 para a dos R$ 4,10. Tensões internacionais, como a disputa comercial entre Estados Unidos e China, têm pressionado as moedas da maioria dos emergentes. Mas a instabilidade cambial tem pressionado mais fortemente as da Turquia, da Argentina, da África do Sul e do Brasil. Em cada um desses países algo assusta os investidores. No Brasil, a sucessão presidencial é o grande fator de inquietação. O risco de eleição de um candidato sem compromisso com a pauta de ajustes e reformas amplifica os efeitos da alta do petróleo, dos conflitos no comércio internacional


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