Petição para apurar conduta de jornalista que divulgou celular de Favreto já tem 3,8 mil

Twitter e You Tube

Da Redação

No domingo (08/07), o desembargador Rogério Favreto, da TRF-4, recebeu ameaças e ofensas nas redes sociais por ter concedido o habeas corpus para libertar o ex-presidente Lula, preso em Curitiba.

Em entrevista à Rádio Guaíba, Favreto revelou que os ataques ocorreram  após a divulgação do seu celular no twitter.

O ator-pornô Alexandre Frota foi o primeiro a fazer isso. O jornalista Cláudio Magnolli, comentarista da Rádio Jovem Pan, acompanhou-o.

Tal atitude é incompatível com a ética profissional de jornalista.

Daí,  criou-se uma petição pública, pedindo a apuração da conduta ética do jornalista Cláudio Tognolli.

Ela é destinada às comissões de Ética da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (na íntegra, abaixo, com as primeiras 369 assinaturas).

No momento em que publicamos este post (às 21h20, de 11/07), o abaixo-assinado tem 3.831 assinaturas.

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Processo de apuração da conduta

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