Brasileiras desafiam machismo na Copa do Mundo

Publicado originalmente pelo objETHOS.

Não é segredo para ninguém que nossas sociedades são machistas e que o sexismo está encravado nos esportes e no jornalismo. A lista da revista Forbes dos 100 esportistas mais bem pagos do mundo em 2018 não tem nenhuma mulher, por exemplo. Um dos terrenos onde o machismo mais se manifesta ainda é o futebol, justamente o esporte mais popular do planeta. A Copa do Mundo na Rússia tem servido para que as jornalistas brasileiras questionem a desigualdade de gênero e ocupem espaços até então inéditos, principalmente na televisão.

Nunca se viu tantas repórteres cobrindo a competição e essas profissionais vêm atuando também como comentaristas das partidas, a exemplo de Ana Thais Matos e Camila Carelli no canal a cabo SporTV. A concorrente Fox Sports foi além e selecionou três mulheres para narrar as partidas do torneio: Renata Silveira, Isabelly Morais e Manuela Avena. Apesar de as transmissões


Continue lendo no Observatório da Imprensa.